Como se faz uma pessoa?
“Não sou uma coisa — um substantivo. Pareço ser um verbo.” — R. Buckminster Fuller, I Seem to Be a Verb (1970)
Uma pessoa não é uma coisa. Uma pessoa é algo que continua a ser feito — por uma casa, por um mais velho, por uma prática repetida até segurar, por uma cerimônia que desmonta a gente e nos devolve. Toda tradição que durou descobriu como fazer isso, defendeu esse saber e o transmitiu.
Esta é uma série de conversas longas com as pessoas que ainda fazem isso.


Antropólogo de formação, ouvinte de ofício.
Quase nunca se pergunta a quem faz pessoas como é que se faz.




Um lugar para a sua voz, com tempo, nas suas palavras.
O que esperar, em termos simples.
À distância, pelo Riverside
Um computador, uma sala silenciosa, fones de ouvido. A gravação é feita do seu lado, então uma conexão fraca não custa nada. Presencialmente quando estivermos na mesma cidade, ou quando eu estiver viajando. Em português, espanhol, inglês, árabe, tailandês ou japonês — você escolhe; outras línguas com intérprete, dito na gravação.
De sessenta a noventa minutos, de uma vez
Às vezes mais. Nada a preparar, nenhuma pergunta enviada antes, nenhum bloco de divulgação. Um anfitrião, sem produtor na chamada; eu me adapto à sua agenda e ao seu fuso. Pode pensar em voz alta; os silêncios ficam.
Nada sai que você não quis
O que você não quis tornar público sai; é um direito permanente, não uma cortesia. Os cortes são só de duração; nada é reordenado para mudar o sentido.
YouTube e Instagram, todo mês; Substack por escrito
Publicado até um mês depois da gravação, em data confirmada com você. Uma transcrição, ou um ensaio a partir da conversa, sai depois no Substack (joshuabeneventi.substack.com). Você recebe os links e a gravação completa, para o seu próprio uso. Trechos curtos só do que você aprovou.